Carros Eléctricos - conversões
Conversões de carros a combustão em eléctricos
A conversão de carros usados a combustão tem sido a melhor opção para se ter um carro eléctrico até o momento. Apesar de existirem imensos projectos na industria automotiva, estes ainda não são fabricados e nem distribuÃdos em série, por enquanto.
Hoje, ou melhor, desde alguns anos, é que existem tecnologias mais que suficientes para a construção de carros eléctricos, sendo elas na sua maioria omitidas pelas industrias automobilÃsticas e outros sectores, é mais que visÃvel a falta de interesse de muitas entidades polÃticas e industriais (petróleo) em todo mundo, é que esta gera uma grande receita para os mesmos, colocando a parte o bem estar dos cidadãos e meio ambiente.
Existem alguns factores principais a considerar nos VE (VeÃculos Eléctricos), manutenção mÃnima, “emissões zero” de CO2 e a parte mais sensÃvel “a energia eléctrica para carregar suas baterias”. A energia eléctrica que muitos paÃses consomem, são na sua maioria produzidas a partir do petróleo e carvão.
Segundo o documentário “Quem matou o carro eléctrico”, o consumo de petróleo e carvão nas usinas de energia eléctrica será bem menor que o consumo de petróleo em veÃculos a combustão, mas o mais importante é que actualmente com pouco investimento, conseguimos implementar uma fonte de energia renovável fotovoltaica e/ou eólica em nossas casas ou comércio, sendo capazes de carregar as baterias dos VEs.
O caminho para se chegar a converter um carro a combustão em um VE, penso que o mais complicado, seja a parte burocrática (a homologação para se poder circular livremente), a parte eléctrica e electrónica é simples de se conseguir, é claro com o mÃnimo de conhecimento neste sector, existem até kits prontos para esta conversão.
O VE convertido em Portugal, feito por Antonio Gonçalves foi o primeiro VE homologado, um fiat 126 de 1974, o custo ficou em 8000 euros, com uma autonomia média de 90km e uma velocidade máxima de 100km/h.
Fiz uma comparação básica de despesas com o abastecimento deste VE (1€/100km) e um veÃculo a combustão com motor 1.1 em média de 6 litros/100km, com a gasolina a 1,07 euros/litro, temos (6,42€/100km), durante 4 anos de uso e 100km ao dia, as despesas em abastecimento ficaram em: VE= 1460,00€ e o veÃculo a gasolina: 9.373,20€ (não inclui despesas de manutenção com o motor: filtros, oléo, velas, cabos, ….).
Vou deixar a seguir, a sequência de 7 vÃdeos sobre montagem do fiat 126, feita por Antonio Gonçalves “Toze”, confira!!!
VÃdeo 1
VÃdeo 2
VÃdeo 3
VÃdeo 4
VÃdeo 5
VÃdeo 6
VÃdeo 7
Se quiser obter mais informações sobre o desenvolvedor deste fiat 126, podes obter através do site dele http://www.tozeve.com
Para obter informações sobre VE, existe um fórum muito dedicado a esta área, podes consultar Nova Energia.
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Carros abandonados - série abandonados
Como toda criação já levou o seu tempo desde o seu projecto até a sua concepção, existem imensos criações que se encontram abandonas a deteriorarem. Neste artigo daremos inicio à uma série de artigos sobre criações abandonadas ao longo do tempo ….
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Mercedez 300 SL - Via: Wikipedia EN
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Mercedez 300 SL - Russia - Via: Photofile Comed
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A Mercedes-Benz 300 SL “gull-wing” asas de gaivota foi introduzido em 1954 com dois assentos, sendo um carro desportivo com caracterÃstica das portas em forma de asas de gaivota. Sua produção comercial foi compreendida entre março de 1955 e 1957, sendo o primeiro veÃculo equipado com injecção directa de combustÃvel. Por se tratar de um carro raro, seu valor chega à aproximadamente 400.000 dólares. (wikipedia en)
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Carolina do Norte-USA Via: pBase kayakbiker
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Carolina do Norte-USA Via: pBase kayakbiker
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Via: tracearchive
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Via: photography
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Via: photography
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Via: photography
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Via: photography
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Via: photography
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Via: channel4
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Via: flickr Mc MasterChef
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Museu José Franco - Mafra - PT
A aldeia tÃpica regional do famoso oleiro e escultor José Franco é um verdadeiro museu etnográfico, que é digno de uma visita, pois ele concebeu uma réplica da aldeia em tamanho natural e miniaturas funcionais dos arredores de Lisboa.
Neste local é possÃvel visitar as casas e lojas tÃpicas da aldeia em escala natural, inclusive, devidamente equipadas e mobiladas, no decorrer do percurso estão visÃveis as miniaturas dos arredores de Lisboa. Possui área de restauração e espaço de lazer, para desfrutar das comidas regionais, além da loja, onde são comercializados os produtos artesanais da região.

José Franco com 88 anos, sempre que pode continua a efectuar os seu trabalhos artesanais - foto de 2008.

- José Franco artista do barro e da vida…
- Um grande homem do povo…
- Um português que nasceu com o dom misterioso da beleza e a distribuir como um bem de todos…
Jorge Amado.


Visão geral da entrada dos fundos, que constituem parte de um conjunto que José Franco construiu para fazer com que as crianças e os adultos desfrutem de todos os pormenores que ele retrata da aldeia.

Casa do Lavrador com quarto e sala de entrada, onde se pode ver todos os pormenores dos móveis e utensÃlios utilizados naquela época.


Os celeiros, onde estão guardados todos os utensÃlios utilizados pelos lavradores.


As lojas do sapateiro e barbeiro com os utensÃlios originais.


Oficina do Ferrador de Cavalos e uma antiga roda da água, é possÃvel ver o seu funcionamento no interior da construção.


Uma sala de aula mantida no formato original, retrata a escola de infância de José Franco. Na foto a direita, está um moinho de vento, utilizado para moer o trigo.

A adega de vinho com todos os seus utensÃlios e inclusive, uma antiga caldeira. Aqui ainda é possÃvel provar os saborosos vinhos e comidas regionais, e para quem queira saborear um delicioso pão com chouriço, feito no forno a lenha, este está sempre a sair quentinho todos os dias, é algo a não perder.


Aldeiazinha
Nesta aldeia camponesa onde a vida é tão sadia. O bom vinho a nossa mesa e a força da natureza são o pão de cada dia.
Se recordar é viver e queremos ser felizes. Evoluir é saber que não podemos crescer sem conservar as raÃzes.
F.M.

Ao visitar todos os cenários em tamanho real, não podemos esquecer de dar uma vista de olhos nos de escala reduzida (presépio), pois todos os trabalhos foram moldados em barro por José Franco, reproduzindo cópias fiéis das aldeias com suas moradias de Lisboa que remontam ao século passado.
Fotos disponÃveis no flickr em melhor resolução.
Local: Sobreiro - Mafra - Portugal
Data: Julho/2008
Coordenadas: 38°57′35.10″N , 9°21′14.14″O
Horário: Aberto todos os dias da semana entre as 10h00 e as 18h00
Entrada Gratuita.














