Amazónia para Sempre - Vídeo

Julho 7, 2008 by Marcaos  
Filed under Natureza

Amazónia para Sempre (Anseios, Madredeus)

Andava eu a procura de imagens e vídeos sobre a Amazónia, quando encontrei este vídeo, um vídeo realmente muito forte e capaz de mexer um pouco com os sentimentos, vale a pena conferir.

nota: demora um pouco a carregar

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Três R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Junho 29, 2008 by Marcaos  
Filed under Dicas

Nunca é demais divulgar e repetir vezes sem conta o quão essencial são os três R’s:

Tres Rs

  • Reduzir: diminuir a quantidade de lixo residual que produzimos é essencial. Os consumidores devem adoptar hábitos de adquirir produtos que sejam reutilizáveis, como exemplo: guardanapos de pano, sacos de pano para fazer suas compras diárias, embalagens reutilizáveis para armazenar alimentos ao invés dos descartáveis.
  • Reutilizar: utilizar várias vezes a mesma embalagem, com um pouco de imaginação e criatividade podemos aproveitar sobras de materiais para outras funcionalidades, exemplo: garrafas de plástico/vidro para armazenamento de líquidos e recipientes diversos para organizar  os materiais de escritório.
  • Reciclar: transformar o resíduo antes inútil em matérias-primas ou novos produtos, é um benefício tanto para o aspecto ambiental como energético.

Os bons hábitos começam em casa, é preciso apenas um na família ou comunidade para fazer a diferença , por mais que as pessoas não demonstrem interesse pelo que estás a fazer, estão a reparar e a aprender contigo, mais cedo ou mais tarde serão eles a passarem os teus hábitos, faça a diferença. Um exemplo que posso citar, foi o meu dia a dia com familiares e amigos, sei que “contagiei” alguns deles com meus hábitos de reciclagem. Comece por separar o lixo reciclável como: plástico, papel, vidro e metal, vais ver que depois estarás a fazer por hábito, custa alguns segundos da sua vida e dá muitos anos ao nosso meio ambiente.

As cores para a coleta selectiva de lixo ainda não são um padrão mundial(tanto quanto sei), mas são adoptadas por muitos países:

· Amarelo: metais e plásticos
· Azul: papel e cartão
· Verde: vidros

Curiosidades:

Contentor Amarelo (embalagens de plásticos ou Metais)

- Plástico reciclado economiza-se cerca de 70% de energia (desde a exploração da matéria-prima primária até o desenvolvimento do produto final);
- Alumínio, em uma tonelada gasta-se apenas 5% da energia necessária para produzir a mesma quantidade do que por via do processo primário;
- Alumínio, a energia economizada na reciclagem de uma única lata de alumínio é suficiente para manter a televisão ligada durante 3 horas;
- Alumínio, para cada 50 quilos de alumínio reciclado, evita-se que sejam extraídos do solo cerca de 5 toneladas de minério;
- Aço produzido a partir da sucata, a economia de energia chega a 70% do que se gasta com a produção do minério de origem.

Contentor Azul (papel ou cartão)

- Papel e Cartão, para cada tonelada de papel reciclado evita-se o abate cerca de 20 árvores, economiza-se 70% de energia eléctrica e polui o ar em 74% menos do que se fosse produzido a partir do corte de árvores;
- Cada 50 quilos de papel usado transformado em papel novo, evita que uma árvore seja cortada.

Contentor Verde (vidros)

- Por cada tonelada de vidro reciclado poupa-se 1,2 toneladas de matérias-primas originais;
- Na reciclagem do vidro é possível poupar 50% menos de água;
- A energia poupada pela reciclagem de um frasco/garrafa de vidro(tamanho médio) pode manter acesa uma lâmpada de 100 watts cerca de 4 horas.

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Bio-combustíveis

Junho 23, 2008 by Marcaos  
Filed under Energias

Energias Renováveis II (Bio-Combustíveis)

O Biocombustível é definido como combustível sólido, líquido ou gás, derivado de materiais biológicos como plantas oleaginosas, biomassa florestal, cana-de-açúcar e outras  matérias orgânicas que podem ser renovados a curto prazo e distingue-se das energias fósseis, que por sua vez são derivados de matérias orgânicas que levaram centenas ou até milhares de anos para se constituírem.

Piodao
Campo de Cultivo - Girassol -CC: Marcaos

Há duas estratégias comuns na produção de biocombustíveis. Uma delas é cultivarem plantas de elevado teor de açúcar (cana-de-açúcar, beterraba, sorgo doce, milho, etc ) e em seguida, utilizar a fermentação para a produção de álcool etílico (etanol). A segunda é fazer crescer plantas que contêm grandes quantidades de óleo vegetal, como o óleo da palma, soja, algas, etc. Quando esses óleos são aquecidos, a viscosidade é reduzida, e eles podem ser queimados directamente num motor diesel, ou eles podem ser tratados quimicamente para produzir combustíveis como o biodiesel. Madeira e seus derivados podem também ser convertidos em biocombustíveis, tais como gás, metanol ou etanol combustível. Também é possível fazer etanol celulósico a partir de partes não-comestíveis de plantas, mas isto pode ser difícil de concretizar economicamente.

Os biocombustíveis oferecem a possibilidade de produzir energia sem um aumento na emissão de carbono para a atmosfera. Isso ocorre porque as plantas utilizadas na produção do combustível retiram CO2 da atmosfera, ao contrário dos combustíveis fósseis, que retornam o carbono que estava armazenado sob a superfície há milhões de anos. Por isso, os biocombustíveis são, em teoria, mais carbono neutro e menos susceptíveis de aumentar as concentrações atmosféricas de gases que elevam o efeito de estufa. (No entanto, foram levantadas dúvidas quanto a saber se este benefício pode ser alcançado na prática, veja abaixo). A utilização de biocombustíveis também reduz a dependência de petróleo e contribui para melhorar a segurança energética.

Os biocombustíveis são discutidos como tendo um papel em uma variedade de questões internacionais, incluindo: mitigação das emissões de carbono e níveis dos preços do petróleo, o debate “alimento versus combustível”, o desmatamento e a erosão do solo, o impacto sobre os recursos hídricos, o equilíbrio da energia e sua eficiência.

As principais vantagens que podemos atribuir aos biocombustíveis é que podemos elevar o incentivo agrícola e suprir as nossas necessidades energéticas, reduzindo nossa dependência das importações dos combustíveis tradicionais, contudo podem trazer grandes custos sociais e ambientais.

História e política

Os humanos têm usado combustíveis da biomassa sob a forma de biocombustíveis sólidos para cozinhar e aquecer desde a descoberta do fogo. Na sequência da descoberta da electricidade, tornou-se possível a utilização dos biocombustíveis para gerar a energia eléctrica. A descoberta e a  utilização de combustíveis fósseis: carvão, gás e petróleo, têm reduzido drasticamente a quantidade de biomassa combustível usado no mundo desenvolvido para os transportes, calor e energia. No entanto, quando grandes suprimentos de petróleo foram descobertos, tornou os combustíveis baseados em petróleo muito mais baratos, e logo foram largamente utilizados. Carros e caminhões começaram a utilizar combustíveis derivados de óleos minerais - o petróleo: diesel ou gasolina.

Contudo, há relatos que antes da Segunda Guerra Mundial, com a alta demanda pelo petróleo, foram avaliados os biocombustíveis com uma alternativa estratégia para o petróleo importado. Com a extrema escassez do petróleo e a energia, foram conseguidas muitas inovações nesta área, isso inclui a alimentação de alguns veículos que utilizam uma mistura de gasolina com álcool fermentado a partir da batata.

Durante os tempos de paz pós-guerra, o petróleo de baixo custo proveniente do Médio Oriente contribuiu, em parte, ao menor interesse económico e geopolítico nos biocombustíveis. Depois, entre 1973 e 1979, os conflitos geopolíticos no Médio Oriente causou a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) o corte das exportações, e as nações nesta altura passaram por uma grande redução na oferta do petróleo. Esta “crise energética” resultaram em faltas graves, e um aumento acentuado nos preços de elevada procura de produtos à base de petróleo, nomeadamente gasolina/gasóleo. Houve também um crescente interesse dos governos e académicos em questões energéticas e biocombustíveis. Ao longo da história, as flutuações da oferta e da procura, a política energética, conflito militar, e os impactos ambientais, todos têm contribuído para um mercado altamente complexo e volátil da energia e dos combustíveis.

Desde o ano 2000, um interesse renovado em biocombustíveis tem sido visto. Os desenvolvedores e pesquisadores de biocombustíveis apontam algumas causas para justificarem as necessidades nos biocombustíveis: aumento nos preços do petróleo, preocupações sobre o potencial pico do petróleo, gases com efeito estufa (que provoca o aquecimento global e as alterações climáticas), os interesses no desenvolvimento rural , e da instabilidade no Médio Oriente.

Biocombustíveis por Regiões

Reconhecendo a importância da implementação bioenergética, existem organizações internacionais, como a IEA (Agência Internacional de Energia) Bioenergy, criado em 1978 pela OCDE, (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) com o objectivo de melhorar a cooperação e a troca de informações entre países que têm programas nacionais de investigação em bioenergia, desenvolvimento e implantação. O Fórum Internacional das Nações Unidas nos biocombustíveis está composto por Brasil, China, Índia, África do Sul, Estados Unidos e a Comissão Europeia. O líderes mundiais no desenvolvimento e utilização dos biocombustíveis são Brasil, Estados Unidos, França, Suécia e Alemanha.

Tipos de Biocombustíveis

  1. bioetanol: etanol produzido a partir de biomassa e/ou da fracção biodegradável de resíduos para utilização como biocombustível;
  2. biodiesel: éster metílico e/ou etílico, produzido a partir de óleos vegetais ou animais, com qualidade de combustível para motores diesel, para utilização como biocombustível;
  3. biogás: gás combustível produzido a partir de biomassa e/ou da fracção biodegradável de resíduos, que pode ser purificado até à qualidade do gás natural, para utilização como biocombustível ou gás de madeira;
  4. biometanol: metanol produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;
  5. bioéter dimetílico: éter dimetílico produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;
  6. bio-ETBE (bioéter etil-terc-butílico): ETBE produzido a partir do bioetanol, sendo a percentagem em volume de bio-ETBE considerada como biocombustível igual a 47%;
  7. bio-MTBE (bioéter metil-terc-butílico): combustível produzido com base no biometanol, sendo a porcentagem em volume de bio-MTBE considerada como biocombustível de 36%;
  8. biocombustíveis sintéticos: hidrocarbonetos sintéticos ou misturas de hidrocarbonetos sintéticos produzidos a partir de biomassa;
  9. biohidrogénio: hidrogénio produzido a partir de biomassa e/ou da fracção biodegradável de resíduos, para utilização como biocombustível;
  10. óleo vegetal puro produzido a partir de plantas oleaginosas: óleo produzido por pressão, extracção ou processos comparáveis, a partir de plantas oleaginosas, em bruto ou refinado, mas quimicamente inalterado, quando a sua utilização for compatível com o tipo de motores e os respectivos requisitos relativos a emissões.

Os principais biocombustíveis são: a biomassa, o bioetanol, o biodiesel e o biogás.

Perspectivas

Em minha opinião com base em muitos artigos e assuntos sobre este sector dos biocombustíveis, e penso que esteja a vista de todos, isso irá incentivar a monocultura, acho que todos sabem ao caminho que isto nos levará….

Devemos ter em conta que a expansão das monoculturas para produção bioetanol e biodiesel tem vindo a provocar a redução dos habitats animais e o desmatamento de áreas florestais virgens. O biodiesel emite 78% (*1) menos gás carbónico (CO2) para a atmosfera comparado com o “petrodiesel”, mas as emissões poluentes persistem, embora em menores quantidades.

É importante ressalvar que :

  • transformar óleo usado de frituras e restos de gorduras animais em combustível é uma coisa boa e devemos parabenizar as pessoas e empresas que reciclam todos os dias barris desta sujeira, que antes eram deitadas directamente ao meio ambiente e que agora estão a prestar um grande serviço à sociedade.
  • aproveitar terras improdutivas para cultivar e gerar empregos são outros factores positivos.
dica: Caminhe, use a bicicleta, pratique a partilha de carro e utilize transportes públicos.
Fontes: Wikipedia EN, Wikipedia PT, ( *1)University of Strathclyde.
Editado:
18/07/2008 - Subtítulo;
09/11/2008 - Recomposição geral.

Poderes da Natureza - Vídeo

Junho 21, 2008 by Marcaos  
Filed under Natureza

Transformações do nosso Planeta

Mais um excelente vídeo sobre a natureza (Planeta Terra - BBC), acompanhado de uma trilha sonora espectacular. (mudanças de estações, erupções, tempestades, …). Confira!!!


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Editado:
12/07/2008 - Subtítulo.

Carpool - Partilha de Percursos

Junho 13, 2008 by Marcaos  
Filed under Dicas

Partilhar o carro com pessoas que fazem o mesmo trajecto

A partilha de carro em percursos diários entre casa e trabalho ou em viagem de maior distância, é um recurso, que em alguns países já existe há anos, são factores principais a divisão de despesas, ter companhia e redução do impacte ambiental.

Para que o sistema funcione precisamos conhecer ou saber de pessoas que partilhem do mesmo percurso, a internet é um grande meio para realizar estes encontros, cá em Portugal posso citar dois sites com esta finalidade: carpool.com.pt e deboleia.com.

Carpool Map
Fonte: carpool.com.pt /googleMap

Dicas e sugestões para quem estiver interessado em combinar uma ‘boléia’ .

Etiquetas:

  • Determine sempre um itinerário e o respectivo horário das viagens
  • Estabeleça os pontos de encontro e a tolerância de espera (normalmente nunca mais do que 5 minutos)
  • Seja sempre pontual. Se tiver algum imprevisto, avise sempre com toda a antecedência que lhe for possível
  • Evite desvios ao itinerário programado, a não ser que sejam previamente acordados
  • Discuta antes as regras em relação a fumar, música….

Segurança, algumas sugestões:

  • pede o nome e o número do bilhete de identidade à pessoa com quem irás viajar.
  • passa estes dados a alguém muito próximo.
  • combina o primeiro encontro num lugar movimentado e confirme os dados antes do início da boleia.

Mais informações podem ser adquiridas nos próprios sites de ‘carpooling’ citados acima.

Fontes de Consulta: Diário de Notícias, carpool.com.pt e deboleia.com

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Editado:
12/07/2008 - Subtítulo.

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